INFOSÊNIOR (FUMEC) de Odete X. M. Costa junho 24, 2008
Informação
Necessário a cada momento
Forneçe dados para o conhecimento
Orientando, enriquecendo a nossa mente
Sabedoria vem após o
Entendimento claro e preciso
Navega, Não pare! Busque com
Inteligência e invista no conhecimento
Organizando, assim…
Ricamente e racionalmente, o teu pensamento!
ODETE X. M. COSTA
Missão:Amar…amar…amar! junho 24, 2008
Aos Amigos dos Idosos
Abençoados são aqueles que compreendem meus passos vacilantes, e minhas mãos que tremem.
Abençoados são aqueles que discretamente olham para outro lado quando eu derramo meu café na mesa.
Abençoados são aqueles que sabem que preciso me esforçar para ouvir e, muitas vezes, para apreender o que dizem.
Abençoados são aqueles que sabem que meus olhos são embaçados.
Abençoados são aqueles que respeitam meu sono diurno frente à televisão ou minha insônia descontrolada.
Abençoados são aqueles que percebem quando ajudar é necessário ou não, e quando necessito ser estimulado para preservar minha auto-estima.
Abençoados são aqueles que nunca dizem:
“Você já contou esta história duas, três, quatro vezes …”; e me escutam pacientemente como se fosse a primeira vez.
Abençoados são aqueles que me aceitam e me respeitam como sou agora e também como fui no passado).
Abençoados são aqueles que não têm preconceitos,
que admiram o belo e o feio.
Abençoados são aqueles que sabem como trazer de volta boas lembranças de outrora.
Abençoados são aqueles que me poupam de preocupações e problemas desnecessários; vocês ainda têm tempo para muitas resoluções.
Abençoados são aqueles que me cedem alguns minutos de seu atarefado dia para uma rápida conversa.
Abençoados são aqueles que, mesmo apressadamente, dizem: “Olá, tudo bem?”.
Ou apenas para mim sorriem. Eu entendo.
Abençoados são aqueles que afagam levemente meus cabelos brancos ou minha cabeça calva.
Abençoados são aqueles que fitam meus olhos, tantas vezes a procura de um simples olhar amigo, quando eu, aparentemente, não mais me comunico ou pareço insensível ou “desligado”.
Abençoados são aqueles que percebem que eu ainda vivo, que eu ainda tenho sentimentos e emoções.
Abençoados são aqueles que entendem que ainda sou capaz de compreender e sentir o amor e a rejeição, a justiça e a injustiça, a sinceridade e a falsidade, o altruísmo e o egoísmo, a alegria e a tristeza.
Abençoados são aqueles que, quando eu partir, lembrarão de mim com carinho, amor e alegria.
Abençoados são os amigos dos idosos.
Infosênior… uma questão de estilo! junho 9, 2008
Modelos de mulheres na passarela
Ontem, Contexto assistiu um desfile pra lá de especial no pátio da Faculdade de Ciências Humanas na FUMEC. Alunas do 3º perído do curso superior de Cuidador de Idosos, do Neeti (Núcleo de Estudos Escola da Terceira Idade ) e do Infosenior foram as grandes modelos da tarde. Jandira, Renir, Margarida, Necilda, Rosina, Mida, Magda, Edna, Odete e Marli, mostraram charme e elegancia em modelos das marcas Flor da Maracujá e Versátil.
Na passarela, roupas para o dia e para noite mostraram a versatilidade que é preciso ter na vida moderna.
O trabalho foi uma amostra da semana acadêmica do curso de Cuidador de Idosos e foi uma parceria entre o Design de Moda (Luana, Ana Luisa, Jaqueline, Priscila, Juliana Rocha e Eduardo Goulart ) e a equipe da FCH (Ângela, Solange, Celina, Geralda).
http://contextofashion.blogspot.com/2008/05/modelos-de-mulheres-na-passarela.htm 
Saber viver…um desafio da vida! junho 2, 2008
Temos que saber viver,
saber aproveitar o que a vida nos oferece…
Viver com aquilo que temos,
sem sofrer por algo que queremos…
O impossível desejar,
sempre será um constante penar…
Muitas vezes desprezamos
coisas que conquistamos,
apenas por querer algo que cobiçamos,
mas que é um sonho distante…
E isso nos faz sofrer bastante…
Temos que saber viver…
Se não tivermos tudo o que amamos,
amemos aquilo que temos…
Principalmente, temos que muito nos amar…
Nossa felicidade cultivar…
Amar a vida em sua plenitude,
sempre será nossa maior virtude…

Novo estilo de Vida na FUMEC junho 2, 2008
INFOSÊNIOR
Sou aluna do 2 período do Curso Superior Seqëncial de Cuidador de Idosos. Deparei com uma nova proposta de vida, na qual vem trazendo para muitos uma nova experiência e uma expectativa de vida mais saudável e feliz, por uma equipe de professores(monitores qualificados) e abraçado com esmero e responsabilidade pela professora Eunice Rocha.
IDOSOS NA INTERNET: ADEUS À INFO-EXCLUSÃO junho 2, 2008
Engana-se quem pensa que o melhor programa para a terceira idade é hidroginástica e dança de salão. Basta que alguém ensine as inovações tecnológicas aos idosos para que eles percebam que o computador é forte aliado contra o tédio e a estagnação. A aventura pelo mundo dos bits e bytes prova como a idade não é um entrave para aprender, nomeadamente no que toca às novas tecnologias!
Mais do que distrair ou exercitar a mente, a tecnologia pode auxiliar o idoso a viver melhor. Na frente do computador é possível navegar pela Internet à procura de assuntos de seu interesse, fazer amigos pela rede, encontrar pessoas que tenham os mesmos gostos, enviar e-mails, comunicar-se com filhos, netos e parentes que estão a quilômetros de distância por MSN Messenger e o Skype, usar uma Webcam, olhar fotografias, escutar música, etc. É possível organizar o dia-a-dia, passando para o computador a agenda telefônica ou o caderno de receitas e ainda imprimí-los depois. Ou quem sabe até arriscar um “Livro de Memórias”… Um mundo novo se abre à frente desta “caixa mágica”.
Assim surgiu o curso de Informática para a 3ª idade na UNIVATES, cujo principal objetivo é desenvolver a inclusão digital, integrando o cidadão sênior ao uso das novas tecnologias, para que aprenda a operar microcomputadores, utilize seus aplicativos e acesse a Internet. “Todo o conteúdo é ensinado de forma gradativa e dinâmica, em um ritmo especial, para que possa ser bem assimilado pelo aluno”, comenta Rafael Zimmermann, instrutor do curso. E ressalta: “A terceira idade é um grupo que possui suas particularidades na aprendizagem, que diferem de um jovem estudante, por isso o curso é organizado de forma que os conteúdos teóricos fiquem simplificados, dando-se ênfase ao uso do teclado, mouse, recursos básicos de um computador, Internet, e-mail e texto”.

“As pessoas que vêm para um curso de inclusão digital da terceira idade não estão procurando qualificar-se para disputar vaga no mercado de trabalho”, explica o educador. “Querem apropriar-se de uma linguagem que é de uma nova geração, porque o desejo de aprender é permanente. O segredo é não ter medo!”, conclui.
“Os alunos mostraram-se muito surpreendidos com tudo o que a Internet tem para oferecer-lhes e com o fato de todo o mundo estar, deste modo, muito perto, a um clique de distância. Logo no início do curso é criado um e-mail pessoal para cada aluno, considerando que esta é uma nova forma de estarem sempre contatáveis“, reforça Ezequiel, monitor que acompanha o curso.
Nas palavras do coordenador do projeto, Edson Ahlert: “A terceira idade é um segmento que se mostra cada vez mais ativo e interessado em exercer diferentes atividades, e a informática é uma delas, porque se faz presente, hoje, no cotidiano de todos”.
Conforme a coordenadora de Extensão da UNIVATES, Silvana Neumann Martins, “a auto-estima elevada é uma das mudanças mais marcantes do aluno ao término do curso. A relação com o grupo e o professor faz com que o idoso se volte para temas atuais, além de firmar nele o compromisso de seguir o curso com a finalidade de alcançar um objetivo e perder o medo do computador”.
Desta forma a UNIVATES estende seus braços até a comunidade do Vale, para oportunizar aos cidadãos de terceira idade – ou a melhor idade – a aquisição de conhecimentos acadêmicos e melhorar seu sentimento de cidadania, mencionando que o respeito, o carinho e a gratidão, tão esquecidos ultimamente, estão presente nesta relação.
Os instrutores dos cursos são alunos da UNIVATES, a qual visa, desta forma, propor uma integração com a comunidade regional e oportunizar aos acadêmicos a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula. O primeiro módulo do curso tem duração de 36 horas, com aulas duas vezes por semana, sempre na parte da tarde. Cada aula dura uma hora e trinta minutos. O único pré-requisito para participar é ter acima de 50 anos e ser alfabetizado. As aulas dos demais módulos, num total de mais três módulos, tem duração programada de 24 horas.
“Todas as turmas são ótimas de se trabalhar, uma experiência muito marcante na minha carreira de professor. No início sempre há alguns alunos com receio de mexer no mouse, a idéia do computador lhes assusta. Mas com o passar das aulas saem os primeiros textos, a primeira folha impressa, a Internet começa a ser desmistificada. Depois vem a criação do e-mail, o envio dos e-mails para os colegas, para os filhos e netos. Ao final de uma etapa concluída, o mais gratificante é receber e-mails com agradecimentos dos alunos, descrevendo o entusiasmo que sentem por poder comunicar-se com amigos, filhos e netos pela Internet. A cada módulo concluído vejo que ganhei uma turma de novos amigos”, comenta Rafael.

O Curso de Informática para a Terceira Idade recebe inscrições para novas turmas sempre no início de cada semestre do ano letivo. As aulas do primeiro semestre iniciam normalmente em março e as do segundo semestre em agosto. As inscrições devem ser feitas na Secretaria de Extensão e Pós-Graduação, sala 110 do Prédio 1 da UNIVATES, em Lajeado. Mais informações pelo telefone (51) 3714-7000, ramal 5595, ou ainda pelo e-mail ctti@univates.br.
Vovôs e vovós entram na era da informática
Rafael lembra-se muito bem do primeiro dia de aula. Quando o grupo entrou no laboratório, todos lançavam olhares curiosos para aquela máquina à sua frente. “O início é mais ou menos o mesmo para todos. Medo e receio, sensação de que nunca vão aprender… Depois de alguns clicks, já conseguem firmar o mouse”, relembra. “Muitos chegam sem noção nenhuma de computador. Não sabem nem ligar…”.
“Por isso, na primeira etapa do curso, são ensinadas as partes do computador e iniciados exercícios para coordenação com o mouse. Depois, o aprendizado de digitação por meio do trabalho com textos. Finalmente, quando os alunos já estão familiarizados com o teclado, passam para o uso da internet. Criam uma conta de e-mail e começam a enviar e receber mensagens dos colegas, amigos, filhos e netos. Também participam de chats”.
Longe de parecer uma simples sala de estudos, os experientes alunos transformam as aulas em pura descontração e alegria, conversam e divertem-se trocando idéias e experiências entre si. Em meio a diversas perguntas, os alunos realizam todas as tarefas e dizem-se muito satisfeitos. “Os alunos são muito esforçados e interessados, nunca faltam às aulas. Antes de terem um contato, eles se mostram receosos em relação à tecnologia. Mas depois que descobrem que têm capacidade para lidar com o mundo digital, ficam até com a auto-estima elevada”, finaliza Rafael.
“O curso do ano passado foi ótimo para quem não sabia nem ligar um computador. Hoje passo quatro horas por dia pesquisando, lendo notícias, mandando e-mails e jogando paciência e damas”, enfatiza o aluno Edvino Claas, aluno do curso.
“O curso de Informática foi ótimo. Queria muito fazer um, mas não havia cursos para a terceira idade. Quando surgiu este da UNIVATES, aproveitei a oportunidade e estou muito feliz. O professor foi ótimo, tinha muita competência e paciência com os alunos. Agora podemos mandar e-mails para nossos filhos, netos e amigos sem medo”, comenta Inge Fruhauf, aluna do curso.
“Gostei do curso pela maneira prática como nos foi ministrado, pela paciência do professor e dos colegas. A amizade e o companheirismo tornaram as aulas muito agradáveis”, ressalta Dorli Schneider, aluna do curso.
“Achava constrangedor quando os meus netos diziam que iriam me mandar um e-mail e eu não possuía um… Hoje eu converso com os meus filhos e netos pelo MSN”, observa um dos alunos.
“Meu sonho era aprender a usar esse mundo novo. A gente nunca é velho para aprender. Velho é quem não procura aprender mais nada”, declara uma aluna.

Outras frases “catadas” durante as aulas de informática:
- “Voltamos a aprender. Quando criança, aprendemos o alfabeto. Agora, informática”.
- “Quero aprender informática para conversar com minhas netas por e-mail”.
- “O segredo é não ter medo. Tem que comprar um computador e ficar mexendo”.
- “É simples aprender: basta um bom professor, persistência e anotar tudo o que ensinam”.
- “É um curso que irá me favorecer muito. A gente fica com a memória mais atenta, mais alerta. É uma maneira de se instruir um pouco mais”.
- “O curso é maravilhoso. Sempre quis aprender. Observava os jovens e me perguntava: ‘por que não eu?’”.
- “Tricô e dama são coisas do passado… Agora é a vez do computador…”.
Ahn, não esqueça que dia 26 de julho é Dia da vovó e do vovô! Se você está pensando em comprar um chinelinho, é melhor mudar de idéia…
Fonte: http://www.univates.br/ctti/3aidade/terceira_idade.html
Idosos aprendem inglês maio 8, 2008

Aulas são ministradas pelos acadêmicos do 3º ano do curso de Letras
Marieta Takeuchi: ‘Freqüentar as aulas é ótimo, muito melhor que estar em casa assistido à televisão e fazendo crochê’O curso de Letras da Universidade Paranaense realiza o ‘Inglês na maturidade – que felicidade!’, projeto que faz parte do programa de extensão universitário Feliz Idade, voltado a pessoas com mais de 50 anos. O objetivo das atividades é ensinar noções básicas do idioma, além de promover a inclusão social de pessoas da terceira idade.
As aulas são ministradas pelos acadêmicos do 3º ano, Maria Cristina Madeira, Isaura Giarola Pita e Héricles Fernando Silveira, supervisionados pela professora Marta Cristina Piovesan. Segundo ela, o projeto “exercita a capacidade crítica dos idosos, a leitura e escrita, possibilitando o desenvolvimento do raciocínio lógico e estimulando a convivência em grupo”.
Para a aposentada Marieta Takeuchi, 80 anos, que já participou de outras oficinas do Feliz Idade, “freqüentar as aulas é ótimo, muito melhor que estar em casa assistido à televisão e fazendo crochê”. De acordo com a aluna, agora que ela está aposentada, “quer aproveitar seu tempo com o que lhe dá prazer”.
Conforme a aposentada Rita de Cássia Moreira, 68 anos, as aulas são “uma terapia, além da oportunidade de ampliar os conhecimentos e se comunicar com os netos na mesma linguagem”. Ela acrescenta que a iniciativa ajuda muito a sociedade: “O projeto oferece a oportunidade de caminharmos com a evolução do mundo”.
